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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Paysandu garante o seu 45º título estadual


Papão ganha por 3 a 1 e garante 45º título estadual. Destaque para os mais de 32 mil torcedores que estiveram no Mangueirão

Jogadores do Paysandu comemoram título do Parazão (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)

O Paysandu não teve dificuldades para vencer, de virada, o Paragominas e confirmar o título de Campeão Paraense 2013. O Papão tinha quatro gols de vantagem, conquistados no primeiro jogo, mas não precisou usar o benefício na partida deste domingo, dia 19, com o placar final no Mangueirão sendo 3 a 1 para os bicolores, gols de Raul, Rafael Oliveira e João Neto. O único gol do Jacaré foi assinalado pelo zagueiro Rubran.
O Paysandu chega ao 45° título estadual e, agora, se preparapara a estreia na Série B do Campeonato Brasileiro, na próxima sexta-feira, dia 25, contra o Asa, na Arena Verde. O Paragominas, por outro lado, também se organiza para disputar a Quarta Divisão da competição nacional e inicia o planejamento com as contratações e a dispensas no elenco, que devem acontecer ao longo dos próximos dias.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Papão goleia PFC e está com as mãos na Taça Açaí


O Paysandu venceu o Paragominas por 4 a 0 na noite deste domingo (12) e praticamente garantiu o título do Campeonato Paraense 2013. A primeira partida da final da competição estadual ocorreu no estádio Arena Verde, em Paragominas, com o resultado surpreendendo até o mais otimista dos torcedores do Papão.
O segundo jogo está marcado para o próximo domingo (19) , às 17h, no estádio Mangueirão, em Belém. Para ser campeão, o Papão pode até perder por três gols de diferença. O PFC depende de um milagre: vencer o Bicola por cinco gols de vantagem ou por quatro e levar a decisão para os pênaltis.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Ídolos #6 - Quarenta

O garoto passa pela “peneirada” (seleção) com outras centenas de meninos, é reprovado e vai tentar a sorte em outro clube. No arquir-rival é aprovado nos testes, começa pelas categorias de base, chega ao profissional e, como um chute à queima-roupa, se torna o carrasco do time que o reprovou anos antes. A história é real e é o ponta-pé inicial no jogo da vida de muitos craques, como Garrincha, que foi recusado por Fluminense, Vasco e Flamengo, antes de se tornar o “Anjo das Pernas Tortas” no Botafogo.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Análise: Remo x Paysandu - O Inesperado Acontece


Remo e Paysandu fizeram as duas partidas mais emocionantes, inesperadas e incomuns dessas semifinais. Os dois jogos aconteceram no sábado, incomum. Os dois jogos tiveram menos de vinte mil espectadores, também incomum. O Remo venceu os dois jogos. O histórico do clássico não me deixa dizer que foi algo incomum, mas posso dizer com plena convicção que foram dois resultados inesperados.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Estádios #2 - Curuzu


O estádio Leonidas Sodré de Castro, conhecido como Curuzu, pertencia à firma Ferreira & Comandita. Sua inauguração se procedeu no dia 14 de julho daquele ano, data do primeiro Re-Pa da história, que terminou com vitória azulina por 2 a 1. O público da partida foi estimado em 2 000 torcedores.
No término do mês de julho de 1918, o Paysandu adquiriu o campo por 12 contos de réis, sendo que a inauguração oficial aconteceu no dia 27 deste mês. A compra foi anunciada em forma de notícia pelo jornal Folha do Norte em 1º de agosto de 1918. Pela sua longevidade, o estádio também é conhecido pela alcunha “Vovô da Cidade”.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Ídolos #5 - Charles Guerreiro



Nome Completo: Charles Natali Mendonça Ayres
Apelido: Charles Guerreiro
Data de Nascimento: 22 de Dezembro de 1963
Local: Ourém (PA)
Posição: Lateral-Direito

Charles atuou por vários clubes brasileiros, incluindo Paysandu (time que revelou-o ao cenário futebolístico onde era chamado carinhosamente pela imprensa esportiva e torcedores bicolores como, "Príncipe"), Ponte Preta (SP), Guarani, Bragantino, Olaria (RJ),Vasco, Fluminense, Cabofriense (RJ) e Remo, porém, sem dúvida alguma, foi no Flamengo, que viveu os melhores momentos de sua carreira.
Charles chegou ao Flamengo, em 1991, num troca-troca de jogadores, entre Flamengo e Guarani, que ainda envolviam o meia Ailton eToninho.
Jogando ao lado de Júnior, Charles teve a oportunidade de conquistar o Campeonato Carioca de 1991 e o Campeonato Brasileiro de 1992.

sexta-feira, 8 de março de 2013

No Dia Internacional da Mulher, 'Azulindas' e 'Bicolindas' Falam das Suas Paixões.

estádio de futebol há anos deixou de ser lugar apenas do público masculino. É comum encontrarmos muitas mulheres vestindo as camisas de seus clubes e levando charme às praças esportivas. Neste Dia Internacional da Mulher, o Portal ORM foi atrás de mulheres do futebol. No meio dos torcedores azulinos e bicolores, existem torcedoras apaixonadas pelo Leão e Papão, as 'Azulindas' e as 'Bicolindas', dois grupos de mulheres que amam seus clubes de coração. 

Pelo lado da Curuzu, as 'Bicolindas' estão juntas há mais de um ano levando beleza ao estádio vovô da cidade. Para a estudante Jade Oliveira, de 15 anos, o Paysandu está presente desde a sua infância e ela não se vê fora de jogos do Papão. 'O Paysandu se faz presente na minha desde quando eu era criança. Acompanho o bicola por influência do meu avô e hoje não consigo ficar em casa. Sempre estou nos jogos do Papão', disse a torcedora.

Segundo Jade, as 'Bicolindas' não é uma torcida organizada. 'Nos conhecemos pela internet,marcamos um encontro em alguns jogos e decidimos assistir as partidas juntas. Somos em torno de 15 meninas, mas nos jogos esse número é maior', revela. Para Jade, as coisas mudaram e mulher no estádio é fundamental. 'As mulheres dominaram os estádios, apesar de ser um local onde a maioria é formada por homens. Conquistamos o nosso espaço e somos respeitadas', disse.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Ídolos #04 - Quarentinha


Nome completoWaldir Cardoso Lebrego
PosiçãoAtacante
Data de nascimento15/09/1933
NacionalidadeBrasileira
Local de nascimentoBelém (PA)

Quarentinha começou sua carreira no Paysandu, aos 16 anos, e depois se transferiu para o Vitória, onde estreou bem e continuou marcando gols em todas as partidas, tornando-se o artilheiro com 31 gols, do Campeonato Baiano de 1953.
Logo depois, foi vendido ao Botafogo. No clube de General Severiano, foi artilheiro do Campeonato Carioca por três vezes consecutivas: em 1958, 1959 e 1960. Ele é o maior goleador da história do Alvinegro, com 308 gols em 442 partidas. Foi campeão carioca nos anos de 57 e 62 e também do Torneio Rio-São Paulo de 62.
Quarentinha pode ser considerado um jogador “problema” da época. Isso porque, não comemorava os gols, irritando a torcida do Botafogo. Ele dizia que não havia motivo para isso, pois estava apenas cumprindo com a sua obrigação.
Além desta frieza em campo, Quarentinha gostava das noites do Rio de Janeiro. Com isso, seu rendimento caiu e o jogador, a pedido do treinador Gentil Cardoso, foi emprestado ao Bonsucesso, em 1956, para ser comandado pelo durão Zezé Moreira.
Não adiantou o castigo ao jogador, que continuou fazendo os gols pelo Bonsucesso, terminando o Carioca de 1956, com 21 gols, apenas um atrás de Valdo, do Fluminense. De quebra, Quarentinha completou “sua vingança” marcando o gol da vitória do Bonsucesso sobre o Botafogo por 1 a 0.
 Botafogo Campeão Carioca de 1962.Em pé: Paulistinha, Manga, Nadir,Nilton Santos, Airton  e Rildo;
Agachados: Garrincha, Edson, Quarentinha, Amarildo e Zagallo.
No ano seguinte retornou ao Alvinegro de General Severiano. Deixou o clube em 1965, após ter feito todos os gols na vitória do Botafogo sobre o América por 3 a 0. Depois da partida, o jogador foi saudado pelo dirigente Brandão Filho com elogios e tapinhas nas costas. Quarentinha considerou tudo falsidade e acabou sendo negociado com o América de Cáli-COL, onde encerrou sua carreira.
Com a camisa da seleção, apesar de poucas partidas, Quarentinha também ganhou destaque, tendo a melhor media de gols por jogo: 1 gol (17 gols em 17 jogos). Ele, que defendeu o Brasil de 1959 até 1963, nunca disputou uma Copa do Mundo. Quaretinha morreu no dia 11 de fevereiro de 1996, aos 62 de anos, de insuficiência cardíaca.
Capa do Livro sobre o craque, do autor Rafael Casé.

domingo, 3 de março de 2013

Análise: O Clássico do Milhão.

O primeiro turno acabou hoje com o tradicional clássico RExPA. Não faltou emoção na disputa pela Taça Cidade de Belém, os dois times jogaram com muita raça e a torcida foi um show a parte, comparecendo em peso e garantindo uma renda de pouco mais de R$ 1 Milhão.

 (Foto: Gustavo Pêna/GLOBOESPORTE.COM)
O jogo foi bastante igual, com oportunidades para os dois times o tempo todo. O Remo entrou com a vantagem do empate, o que pode ter sido seu pior erro, e começou jogando sem tomar a iniciativa. Já o Paysandu, que precisava do resultado, foi pra cima desde o começo e, como esperado, abriu o placar aos 29' do primeiro tempo. O lance do gol foi extremamente BISONHO! O zagueiro Zé Antônio escorregou, o goleiro Fabiano também escorregou e o zagueiro Raul subiu livre para cabecear e colocar os bicolores em vantagem. A resposta azulina veio dez minutos depois, numa falha do goleiro bicolor Zé Carlos. Zé Antônio cobrou falta frontal, o goleirão rebateu pra frente e Leandro Cearense só teve o trabalho de tocar para o fundo da rede. O primeiro tempo terminou empolgante, com tentativas de ambos os times de aumentar o placar.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Ídolos #03 - Robgol


José Robson do Nascimento, o ex-atacante Robson ou Robgol, nasceu em 1960 em Barra de São Miguel, na Paraíba. Foi um dos maiores artilheiros do futebol brasileiro com passagem por diversos clubes como Bahia, Paysandu, Internacional-RS, Botafogo-RJ, América-MG, Juventude, Oita-Trinita, do Japão, Santa Cruz, Náutico e Santos. 

O apelido surgiu em 1996 quando defendia o Náutico. Antes de um clássico contra o Santa Cruz, avisou que uma novidade estava para surgir. Após marcar dois gols na vitória por 2 a 1, disse aos jornalistas que a partir daquele momento seria o Robgol, uma comparação com o atacante argentino Batistuta, apelidado de batigol.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Edil e Dadinho são os maiores goleadores de Re-Pa no Mangueirão.

Via Globoesporte.com
Por Gustavo Pêna
Belém

Dos 714 Re-Pas disputados em 99 anos de historia de Clube do Remo e Paysandu, 178 foram realizados no Estádio Mangueirão.

Gol. Esse é o maior objetivo do futebol. Os principais responsáveis por fazer a alegria da torcida são os atacantes. E eles tem um capítulo à parte na história do clássico envolvendo Clube do Remo e Paysandu. Dos 714 Re-Pas disputados em 99 anos de rivalidade entre Leão e Papão, 178 foram no Estádio Mangueirão, palco do confronto do final de semana, pela final do Primeiro Turno do Campeonato Paraense. Foram 64 vitórias azulinas, 45 bicolores e 64 empates.
Edil, jogando pelo Paysandu e se preparando para mais um Re-Pa no Mangueirão (Foto: Arquivo pessoal)Edil, jogando pelo Paysandu e se preparando para
mais um Re-Pa no Mangueirão (Foto:Arquivo pessoal)
Com o Estádio Mangueirão às vésperas de completar 35 anos da inauguração oficial na próxima segunda-feira, o GLOBOESPORTE.COM, em conjunto com o historiador Orlando e o jornalista Carlos Ferreira, traz os maiores goleadores dos 178 Re-Pas disputados no também conhecido como Colosso do Benguí.
Os atacantes Edil e Dadinho dividem a artilharia do clássico no Mangueirão com 10 gols, cada. Ambos vestiram a camisa tanto de Remo como de Paysandu. Dadinho fez oito gols pelo Leão, no período de 1983 a 1986, e mais dois pelo Paysandu, em 1989. Já Edil marcou cinco vezes com a camisa bicolor nos anos 80 e mais cinco defendendo o clube azulino na década de 1990. Ainda de acordo com os dados, o terceiro maior artilheiro de Re-Pa no Mangueirão é Ageu Sabiá, com nove gols, oito pelo Remo e um pelo Paysandu.

E Se Tivéssemos Uma Seleção Paraense?

Futirinhas.com publicou hoje um post com as seleções de cada estado brasileiro. A do nosso estado me surpreendeu muito por dois motivos, não saber que alguns eram paraenses(Wellington Saci e Cicinho) e a falta de bons jogadores nascidos por aqui. O Pará nunca foi um celeiro de grandes jogadores, mas já tivemos nomes melhores para montar uma Seleção papa-chibé, como Socrátes, Giovanni, Quarentinha entre outros.

Não que a nossa Seleção não seja competitiva, até tem ótimos jogadores, como Ganso e Lima, mas não se compara aos paulistas, gaúchos, cariocas e paranaenses. Com certeza teríamos a melhor seleção da Região Norte, tanto que os outros Estados sequer foram citados no post original, mas ainda assim não é muito. Pra mim faltam dois zagueiros e um goleiro de qualidade. A dupla de zaga bicolor não me convence e esse goleiro eu nem sei quem é. Lembrando que desses onze, apenas Paulo Henrique ganso já atuou pela Seleção Brasileira.

Me impressiona também o fato de não haver nenhum jogador do Remo ou da Tuna. Isso se justifica pelo mal momento dos mesmos no cenário nacional, mesmo assim os jogadores do Paysandu que aparecem  são muito abaixo do esperado em uma Seleção também. Isso demonstra um grande problema dos nossos times, que é não revelar bons jogadores.

É bom pensar em como estão as categorias de base dos nossos times, o que acontece com os jovens paraenses que viram profissionais e o motivo pelo qual esse jogadores ão são titulares em seus times. Falta valorizar os pratas da casa que já são bons ou investir nas categorias de base? Ou ambos? Quantos voltaremos a te craques saindo dos nossos times e ganhando o mundo?

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Clássicos #01 - RExPA

O Clássico Rei da Amazônia inicia mais uma série do blog. A partir de hoje serão postados vários textos sobre os grandes clássicos do nosso estado.

O Clássico RexPa é a principal rivalidade da Região Norte do Brasil. Além de envolver os dois maiores times da região é considerado o clássico mais antigo do país. Em dia de Clássico a cidade de Belém para e o gigantismo do Futebol Paraense aparece na sua forma mais honesta, através das torcidas, que independente de época ou fase dos times, comparecem em peso para apoiar seus times.


Ídolos #01 - Giovanni


Começando a série sobre ídolos do futebol paraense resolvi falar de Giovanni, que começou sua carreira na Tuna Luso e ainda jogou no Remo e no Paysandu. Jogou pouco tempo em Belém e logo foi para São Paulo. Alcançou projeção nacional atuando no Santos, onde virou ídolo. O auge da sua carreira foi no Barcelona, época na qual disputou inclusive uma Copa do Mundo.

Nome completoGiovanni Silva de Oliveira
PosiçãoMeia-atacante
Data de nascimento04/02/1972
NacionalidadeBrasileira
Local de nascimentoAbaetetuba (PA)
Altura1,90m


Contratado sem qualquer alarde pelo Santos, em 1994, o paraense Giovanni, um jogador alto e extremamente tímido, chegou em um dos piores momentos da história do time da Vila Belmiro.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Nossos Times #02 - Paysandu

Hoje vamos falar um pouco sobre o Papão da Curuzu, continuando a série de textos sobre os nossos times.Conheça um pouco mais da história desse gigante paraense.

O Paysandu foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914, surgido do inconformismo e do desejo de vitória de um grupo de desportistas da capital paraense.O clube surgiu a partir do núcleo de atletas do Norte Club, time tradicional de Belém, também chamado de Time Negra, por causa de seus calções brancos e camisas pretas.

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