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quarta-feira, 24 de abril de 2013

O Manto Azul Marinho do Rei Pelé.

Pouquíssimos times no mundo pode dizer que o Rei do Futebol, vestiu a camisa de seu time. Pelé, apesar de ter jogado apenas pelo Santos, Cosmos e Seleção Brasileira algumas vezes fez a caridade de vestir a camisa de outros times, demonstrando um grande carinho e respeito, além de dar uma grande alegria aos torcedores daqueles times.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Clássicos #2 - Remo x Tuna.

O Clube do Remo é o maior rival da Tuna Luso Brasileira. Rivalidade iniciada ainda nas regatas. Remo x Tuna é o segundo maior clássico da cidade de Belém, os clubes confrontam-se no futebol desde 15 de novembro de 1931, com empate em 0 a 0 - Jogo amistoso.
Estatísticas de Tuna Luso x Remo

Jogos: 458
Vitórias do Remo: 206 
Vitórias da Tuna Luso: 129
Empates: 123 
Gols do Remo: 717 
Gols da Tuna Luso: 564
Maior goleada do Remo: 7 - 0 em 17 de maio de 1959 
Maior goleada da Tuna Luso: 6 - 1 em 20 de abril de 1941 
Último jogo: Remo 2 x 0 Tuna Luso, 17 de janeiro de 2013, pela 2ª rodada do 1º turno do Parazão 2013. 

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Estádios #2 - Curuzu


O estádio Leonidas Sodré de Castro, conhecido como Curuzu, pertencia à firma Ferreira & Comandita. Sua inauguração se procedeu no dia 14 de julho daquele ano, data do primeiro Re-Pa da história, que terminou com vitória azulina por 2 a 1. O público da partida foi estimado em 2 000 torcedores.
No término do mês de julho de 1918, o Paysandu adquiriu o campo por 12 contos de réis, sendo que a inauguração oficial aconteceu no dia 27 deste mês. A compra foi anunciada em forma de notícia pelo jornal Folha do Norte em 1º de agosto de 1918. Pela sua longevidade, o estádio também é conhecido pela alcunha “Vovô da Cidade”.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Didi e o Verdadeiro Inventor da Folha Seca.

Trajetória da folha seca de Didi. Mas será que a folha seca é dele mesmo?
Uma das coisas que me aproximou do meu avô paterno durante a minha adolescência foi o futebol. Sempre que nos encontrávamos ele me contava uma história nova, de quando era jovem e jogava bola na rua, dos jogos que assistiu ou dos grandes jogadores que viu. Meu avô, provavelmente foi o grande responsável por minha paixão pelo futebol paraense.

A história que mais me marcou, com certeza, foi a da "folha seca". Não por ser um grande feito, uma partida épica ou ser algo muito emocionante. Me marcou por ser simples e por mostrar o quanto nosso futebol tem história. É uma história que muita gente pode não acreditar, mas foi meu avô que contou, e nele eu confio.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Belém Vai Sediar Copa Norte Profissional e Sub-20 no Mês de Agosto.


Depois da retomada da Copa do Nordeste, a Copa Norte entrou na lista para voltar a acontecer, mas em dose dupla. O presidente da FPF (Federação Paraense de Futebol), Antônio Carlos Nunes, contou que a competição, tanto para profissionais, quanto para jogadores sub-20 (até 20 anos), foram aprovadas pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e deverão começar no mês de agosto, com sede em Belém.

As competições serão formadas por oito clubes, cada, sendo que cada time representará um estado da região Norte. As federações de futebol que estão confirmadas são Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Roraima, Rondônia, Maranhão e Piauí.

Nunes contou que, além destas duas competições, uma edição sub-17 também está em estudo na CBF. 'Eles receberam a nossa proposta e estavam analisando. Há uma grande possibilidade de acontecer, mas não há previsão nenhuma de data', disse.

sábado, 16 de março de 2013

Torcida Paraense Dando Show.

Um dos momentos clássicos da história recente do futebol no Pará foi o Superclássico das Américas, em 2011. Além da presença da Seleção Brasileira no Estádio Mangueirão, o que não é muito comum, o que chamou a atenção de quem acompanhava a partida em todo o país foi a empolgação da torcida paraense durante o hino nacional. Mesmo depois que a música parou a torcida continuou, em alto e bom som, cantando o hino até o fim da primeira parte. Mais de 40 mil pessoas demonstrando todo seu amor pelo país e seu patriotismo. Os comentaristas ao redor do país ficaram impressionados com a atitude da nossa torcida. Depois de tudo isso só posso dizer que não foi uma pena Belém ter perdido a Copa, foi uma pena a Copa ter perdido Belém.


quarta-feira, 6 de março de 2013

Ídolos #04 - Quarentinha


Nome completoWaldir Cardoso Lebrego
PosiçãoAtacante
Data de nascimento15/09/1933
NacionalidadeBrasileira
Local de nascimentoBelém (PA)

Quarentinha começou sua carreira no Paysandu, aos 16 anos, e depois se transferiu para o Vitória, onde estreou bem e continuou marcando gols em todas as partidas, tornando-se o artilheiro com 31 gols, do Campeonato Baiano de 1953.
Logo depois, foi vendido ao Botafogo. No clube de General Severiano, foi artilheiro do Campeonato Carioca por três vezes consecutivas: em 1958, 1959 e 1960. Ele é o maior goleador da história do Alvinegro, com 308 gols em 442 partidas. Foi campeão carioca nos anos de 57 e 62 e também do Torneio Rio-São Paulo de 62.
Quarentinha pode ser considerado um jogador “problema” da época. Isso porque, não comemorava os gols, irritando a torcida do Botafogo. Ele dizia que não havia motivo para isso, pois estava apenas cumprindo com a sua obrigação.
Além desta frieza em campo, Quarentinha gostava das noites do Rio de Janeiro. Com isso, seu rendimento caiu e o jogador, a pedido do treinador Gentil Cardoso, foi emprestado ao Bonsucesso, em 1956, para ser comandado pelo durão Zezé Moreira.
Não adiantou o castigo ao jogador, que continuou fazendo os gols pelo Bonsucesso, terminando o Carioca de 1956, com 21 gols, apenas um atrás de Valdo, do Fluminense. De quebra, Quarentinha completou “sua vingança” marcando o gol da vitória do Bonsucesso sobre o Botafogo por 1 a 0.
 Botafogo Campeão Carioca de 1962.Em pé: Paulistinha, Manga, Nadir,Nilton Santos, Airton  e Rildo;
Agachados: Garrincha, Edson, Quarentinha, Amarildo e Zagallo.
No ano seguinte retornou ao Alvinegro de General Severiano. Deixou o clube em 1965, após ter feito todos os gols na vitória do Botafogo sobre o América por 3 a 0. Depois da partida, o jogador foi saudado pelo dirigente Brandão Filho com elogios e tapinhas nas costas. Quarentinha considerou tudo falsidade e acabou sendo negociado com o América de Cáli-COL, onde encerrou sua carreira.
Com a camisa da seleção, apesar de poucas partidas, Quarentinha também ganhou destaque, tendo a melhor media de gols por jogo: 1 gol (17 gols em 17 jogos). Ele, que defendeu o Brasil de 1959 até 1963, nunca disputou uma Copa do Mundo. Quaretinha morreu no dia 11 de fevereiro de 1996, aos 62 de anos, de insuficiência cardíaca.
Capa do Livro sobre o craque, do autor Rafael Casé.

domingo, 3 de março de 2013

Análise: O Clássico do Milhão.

O primeiro turno acabou hoje com o tradicional clássico RExPA. Não faltou emoção na disputa pela Taça Cidade de Belém, os dois times jogaram com muita raça e a torcida foi um show a parte, comparecendo em peso e garantindo uma renda de pouco mais de R$ 1 Milhão.

 (Foto: Gustavo Pêna/GLOBOESPORTE.COM)
O jogo foi bastante igual, com oportunidades para os dois times o tempo todo. O Remo entrou com a vantagem do empate, o que pode ter sido seu pior erro, e começou jogando sem tomar a iniciativa. Já o Paysandu, que precisava do resultado, foi pra cima desde o começo e, como esperado, abriu o placar aos 29' do primeiro tempo. O lance do gol foi extremamente BISONHO! O zagueiro Zé Antônio escorregou, o goleiro Fabiano também escorregou e o zagueiro Raul subiu livre para cabecear e colocar os bicolores em vantagem. A resposta azulina veio dez minutos depois, numa falha do goleiro bicolor Zé Carlos. Zé Antônio cobrou falta frontal, o goleirão rebateu pra frente e Leandro Cearense só teve o trabalho de tocar para o fundo da rede. O primeiro tempo terminou empolgante, com tentativas de ambos os times de aumentar o placar.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Edil e Dadinho são os maiores goleadores de Re-Pa no Mangueirão.

Via Globoesporte.com
Por Gustavo Pêna
Belém

Dos 714 Re-Pas disputados em 99 anos de historia de Clube do Remo e Paysandu, 178 foram realizados no Estádio Mangueirão.

Gol. Esse é o maior objetivo do futebol. Os principais responsáveis por fazer a alegria da torcida são os atacantes. E eles tem um capítulo à parte na história do clássico envolvendo Clube do Remo e Paysandu. Dos 714 Re-Pas disputados em 99 anos de rivalidade entre Leão e Papão, 178 foram no Estádio Mangueirão, palco do confronto do final de semana, pela final do Primeiro Turno do Campeonato Paraense. Foram 64 vitórias azulinas, 45 bicolores e 64 empates.
Edil, jogando pelo Paysandu e se preparando para mais um Re-Pa no Mangueirão (Foto: Arquivo pessoal)Edil, jogando pelo Paysandu e se preparando para
mais um Re-Pa no Mangueirão (Foto:Arquivo pessoal)
Com o Estádio Mangueirão às vésperas de completar 35 anos da inauguração oficial na próxima segunda-feira, o GLOBOESPORTE.COM, em conjunto com o historiador Orlando e o jornalista Carlos Ferreira, traz os maiores goleadores dos 178 Re-Pas disputados no também conhecido como Colosso do Benguí.
Os atacantes Edil e Dadinho dividem a artilharia do clássico no Mangueirão com 10 gols, cada. Ambos vestiram a camisa tanto de Remo como de Paysandu. Dadinho fez oito gols pelo Leão, no período de 1983 a 1986, e mais dois pelo Paysandu, em 1989. Já Edil marcou cinco vezes com a camisa bicolor nos anos 80 e mais cinco defendendo o clube azulino na década de 1990. Ainda de acordo com os dados, o terceiro maior artilheiro de Re-Pa no Mangueirão é Ageu Sabiá, com nove gols, oito pelo Remo e um pelo Paysandu.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Estádios #01 - Estádio Olímpico do Pará - Mangueirão



O estádio surgiu do desejo do então governador do Estado, Alacid Nunes, em criar uma praça de esportes com capacidade para 120 mil pessoas. Em 1969, o projeto assinado pelo arquiteto Alcyr Meira começou a dar vida à ideia do governador. Sua construção iniciou em 1971 e em 1975 já era registrado pelos jornais jogos que aconteceram no estádio. O estádio foi concluído em 1978, sendo batizado com o nome de Alcid Nunes, com capacidade para 70 mil pessoas.
A estreia extra-oficial do estádio ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1978, na vitória do Clube do Remo sobre a equipe do Operário-MS, válido pelo Campeonato Brasileiro de Futebol de 1977. Entretanto, a data escolhida para a inauguração do Mangueirão foi o dia 4 de março de 1978, quando a seleção paraense - formada por jogadores de Remo , Tuna e Paysandu - goleou a seleção uruguaia por 4 a 0 em um amistoso. O primeiro gol da história do estádio foi marcado por Mesquita, jogador do Clube do Remo.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quem foi a União Esportiva?

A União Esportiva está na história do futebol paraense, pois foi bi-campeã estadual nos dois primeiros campeonatos disputados. O Clube, já extinto, enche os torcedores de curiosidade. Por que um time que foi campeão paraense acabou sendo extinto? Quem eram seus jogadores? Quando o time acabou? Perguntas que os torcedores mais jovens fazem e que tentaremos responder.


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Clássicos #01 - RExPA

O Clássico Rei da Amazônia inicia mais uma série do blog. A partir de hoje serão postados vários textos sobre os grandes clássicos do nosso estado.

O Clássico RexPa é a principal rivalidade da Região Norte do Brasil. Além de envolver os dois maiores times da região é considerado o clássico mais antigo do país. Em dia de Clássico a cidade de Belém para e o gigantismo do Futebol Paraense aparece na sua forma mais honesta, através das torcidas, que independente de época ou fase dos times, comparecem em peso para apoiar seus times.


Ídolos #01 - Giovanni


Começando a série sobre ídolos do futebol paraense resolvi falar de Giovanni, que começou sua carreira na Tuna Luso e ainda jogou no Remo e no Paysandu. Jogou pouco tempo em Belém e logo foi para São Paulo. Alcançou projeção nacional atuando no Santos, onde virou ídolo. O auge da sua carreira foi no Barcelona, época na qual disputou inclusive uma Copa do Mundo.

Nome completoGiovanni Silva de Oliveira
PosiçãoMeia-atacante
Data de nascimento04/02/1972
NacionalidadeBrasileira
Local de nascimentoAbaetetuba (PA)
Altura1,90m


Contratado sem qualquer alarde pelo Santos, em 1994, o paraense Giovanni, um jogador alto e extremamente tímido, chegou em um dos piores momentos da história do time da Vila Belmiro.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Doutor Sócrates, O Maior Paraense do Futebol.


Poucos sabem, mas o craque do Corinthians e da Seleção Brasileira Sócrates é paraense. Infelizmente, por ter sido criado no interior de São Paulo, não atuou por nenhum time do nosso estado. Pode ser considerado o maior jogador paraense de todos os tempos. 

Nome completoSócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira
PosiçãoMeia
Data de nascimento19/02/1954
NacionalidadeBrasileira
Local de nascimentoBelém (PA)
Altura1,91m


Chamado de Doutor (era formado em Medicina e, ao mesmo tempo, um catedrático em futebol), Sócrates estreou tarde em um time grande. Até os 24 anos, idade com que veio para o Corinthians, defendeu o pequeno Botafogo de Ribeirão Preto. Começou jogando em 1973, chegou a ser o artilheiro do Paulistão de 1976, mas só apareceu com destaque mesmo em 1977, ano em que o Botafogo chegou a ganhar o primeiro turno do Campeonato Paulista.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Nossos Times # 03 - Tuna Luso



O Clube cruzmaltino, conhecido hoje como Tuna Luso Brasileira desde a sua fundação em Belém do Pará já passou por várias denominações. Foram elas Tuna Luso Comercial e Tuna Luso Caixeral, a primeira delas. A fundação datada em 01 de janeiro de 1903 se deu por 21 portugueses tendo à  frente o caixeiro Manoel Nunes da Silva que ancorado no porto de Belém comandava sua orquestra que entoava canções para amenizar a saudade de Portugal, o que deu a origem ao nome Tuna, que quer dizer “Grupo de Estudantes que viajam por diversas localidades organizando concertos musicas” e Luso em homenagem à pátria distante e Caixeral representando a categoria econômica dos fundadores (caixeiros).

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Nossos Times #02 - Paysandu

Hoje vamos falar um pouco sobre o Papão da Curuzu, continuando a série de textos sobre os nossos times.Conheça um pouco mais da história desse gigante paraense.

O Paysandu foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914, surgido do inconformismo e do desejo de vitória de um grupo de desportistas da capital paraense.O clube surgiu a partir do núcleo de atletas do Norte Club, time tradicional de Belém, também chamado de Time Negra, por causa de seus calções brancos e camisas pretas.

Nossos Times #01 - Clube do Remo

O Mais Querido abre as publicações sobre nossos times. Serão textos contendo informações, história, títulos, ídolos e tudo o mais que possa ser interessante e mostrar que nosso futebol é realmente gigante.

História
Em 1905, um grupo formado por Victor Engelhard, Raul Engelhard, Eugênio Soares, Narciso Borges, José Henrique Danin, Vasco Abreu e Jean Marechal (Eduardo Cruz), decidiram se desligar do Esporte Clube do Pará, devido alguns desentendimentos com outros integrantes do clube, momentos antes da realização de uma regata.

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