segunda-feira, 25 de março de 2013

Didi e o Verdadeiro Inventor da Folha Seca.

Trajetória da folha seca de Didi. Mas será que a folha seca é dele mesmo?
Uma das coisas que me aproximou do meu avô paterno durante a minha adolescência foi o futebol. Sempre que nos encontrávamos ele me contava uma história nova, de quando era jovem e jogava bola na rua, dos jogos que assistiu ou dos grandes jogadores que viu. Meu avô, provavelmente foi o grande responsável por minha paixão pelo futebol paraense.

A história que mais me marcou, com certeza, foi a da "folha seca". Não por ser um grande feito, uma partida épica ou ser algo muito emocionante. Me marcou por ser simples e por mostrar o quanto nosso futebol tem história. É uma história que muita gente pode não acreditar, mas foi meu avô que contou, e nele eu confio.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Ídolos #5 - Charles Guerreiro



Nome Completo: Charles Natali Mendonça Ayres
Apelido: Charles Guerreiro
Data de Nascimento: 22 de Dezembro de 1963
Local: Ourém (PA)
Posição: Lateral-Direito

Charles atuou por vários clubes brasileiros, incluindo Paysandu (time que revelou-o ao cenário futebolístico onde era chamado carinhosamente pela imprensa esportiva e torcedores bicolores como, "Príncipe"), Ponte Preta (SP), Guarani, Bragantino, Olaria (RJ),Vasco, Fluminense, Cabofriense (RJ) e Remo, porém, sem dúvida alguma, foi no Flamengo, que viveu os melhores momentos de sua carreira.
Charles chegou ao Flamengo, em 1991, num troca-troca de jogadores, entre Flamengo e Guarani, que ainda envolviam o meia Ailton eToninho.
Jogando ao lado de Júnior, Charles teve a oportunidade de conquistar o Campeonato Carioca de 1991 e o Campeonato Brasileiro de 1992.

terça-feira, 19 de março de 2013

Nossos Times #07 - Cametá



Em meados de 2007, um grupo de empresários cametaenses liderado por Fernando Camarinha, Orlando Peixoto e Antônio Sassim, interessados em fundar um clube de futebol na cidade, promovem uma reunião. Sem experiência no ramo e também sem o dinheiro necessário para regularizar uma equipe profissional, o grupo fecha um acordo com o Clube Atlético Vila Rica, de Belém, criando o Vila Rica/Cametá. Apesar de utilizar o nome do Cachorro doido, os jogadores e a comissão técnica eram todos novos, e o time se mudou para a Cidade do Carnaval.

A parceria começou a render frutos imediatamente. No mesmo ano, a equipe comandada por Fran Costa já foi campeão da segunda divisão estadual, vencendo cinco dos seis jogos disputados. Em 2008, venceram também a primeira fase do Parazão, o chamado torneio de acesso à fase principal, de forma invicta, com seis vitórias e dois empates. Ficou na frente de clubes favoritos, como Águia de Marabá, São Raimundo e Castanhal. Na elite do futebol paraense, o Vila Rica/Cametá não fez feio e, por pouco, não se classificou para as semifinais. Terminou o primeiro turno na 5º colocação empatado em pontos com o Águia, mas ficando atrás nos critérios de desempate. Não conseguiu manter o mesmo nível no segundo turno e terminou a competição em 6º lugar no quadro geral.

Ao término do Parazão 2008, o Cametá conseguiu sua independência. O clube encerrou sua parceira com o Vila Rica e, no dia 27 de junho de 2008, Cametá tinha, oficialmente, seu primeiro clube de futebol profissional, que adotou as cores da bandeira do munícipio para o novo uniforme. Seu primeiro presidente foi Fernando Camarinha. Fran Costa, que era técnico do Vila Rica/Cametá, foi contratado para dar continuidade ao trabalho. Junto com ele, vieram cerca de 10 jogadores – entre eles Américo, Tonhão, Sousa, Jaílson e Soares.

Porém, no ano seguinte, como era um novo clube, teve que começar do zero: disputou novamente a segundinha. Apesar de ter terminado na 3º colocação (só os dois primeiros sobem), a sorte estava do lado do Cametá. O Santa Rosa, vice-campeão, desistiu de disputar a primeira divisão, entregando a vaga ao Mapará.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Belém Vai Sediar Copa Norte Profissional e Sub-20 no Mês de Agosto.


Depois da retomada da Copa do Nordeste, a Copa Norte entrou na lista para voltar a acontecer, mas em dose dupla. O presidente da FPF (Federação Paraense de Futebol), Antônio Carlos Nunes, contou que a competição, tanto para profissionais, quanto para jogadores sub-20 (até 20 anos), foram aprovadas pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e deverão começar no mês de agosto, com sede em Belém.

As competições serão formadas por oito clubes, cada, sendo que cada time representará um estado da região Norte. As federações de futebol que estão confirmadas são Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Roraima, Rondônia, Maranhão e Piauí.

Nunes contou que, além destas duas competições, uma edição sub-17 também está em estudo na CBF. 'Eles receberam a nossa proposta e estavam analisando. Há uma grande possibilidade de acontecer, mas não há previsão nenhuma de data', disse.

sábado, 16 de março de 2013

Torcida Paraense Dando Show.

Um dos momentos clássicos da história recente do futebol no Pará foi o Superclássico das Américas, em 2011. Além da presença da Seleção Brasileira no Estádio Mangueirão, o que não é muito comum, o que chamou a atenção de quem acompanhava a partida em todo o país foi a empolgação da torcida paraense durante o hino nacional. Mesmo depois que a música parou a torcida continuou, em alto e bom som, cantando o hino até o fim da primeira parte. Mais de 40 mil pessoas demonstrando todo seu amor pelo país e seu patriotismo. Os comentaristas ao redor do país ficaram impressionados com a atitude da nossa torcida. Depois de tudo isso só posso dizer que não foi uma pena Belém ter perdido a Copa, foi uma pena a Copa ter perdido Belém.


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